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segunda-feira, 24 de março de 2014

PMRN

GLORIOSA E AMADA POLÍCIA MILITAR DO RIO GRANDE DO NORTE

sábado, 19 de novembro de 2011

GREVE BRANCA DA PMRN


Os policiais militares deram início no dia 28 de outubro de 2011 (sexta-feira)à greve branca em Natal e outras 10 cidades do estado do Rio Grande do Norte). A informação é do presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS) da PM potiguar, o cabo PM Jeoás Nascimento. Segundo informações do presidente da ACS, policiais de vários batalhões de Natal e do interior não saíram para o patrulhamento oestensivo com as viaturas, alegando que elas não apresentam condições de circulação. No entanto, o comandante da corporação, o coronel PM Francisco Araújo Silva, nega a paralisação e garante que todas as viaturas estão em ordem e circulando

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

GREVE NA POLÍCIA CIVIL POTIGUAR



No dia primeiro de dezembro de 2009(terça-feira) a Polícia Civil do Rio Grande do Norte entra em greve por tempo indeterminado. A confirmação foi feita pelo vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado (Sinpol), Djair Oliveira, na manhã de ontem.

De acordo com o vice-presidente, todas as delegacias distritais e especializadas vão estar fechadas. Apenas as delegacias de plantão da Zona Sul e Zona Norte em Natal e as regionais do interior continuarão funcionando para registrar flagrantes.

O Sinpol garante que o Carnatal, com início marcado para a quinta-feira (3) e se estendendo até o domingo (6), poderá ficar sem o apoio da Polícia Civil. Segundo Djair Oliveira, nenhum boletim de ocorrência será registrado durante a greve e também não haverá funcionamento nas delegacias neste período. "O Carnatal sem polícia é culpa da governadora, que não nos recebe", disse.

Para Djair Oliveira, a Secretaria de Segurança do Estado enviou um ofício ao Sinpol em resposta às reivindicações feitas pela categoria. "Eles pediram um prazo de 90 dias para resolver os problemas dos presos nas delegacias de Natal e disseram que nos últimos anos o governo investiu na reestruturação do aparato policial. Mas o problema dos presos não é apenas em Natal. É na Grande Natal e no interior também", acrescentou.

INTERIOR

Mesmo diante da recomendação do Sinpol de que todas as delegacias devem permanecer com as portas fechadas durante a paralisação, as sediadas no interior deverão continuar com suas atividades normais, inclusive em Mossoró.

De acordo com alguns delegados, as atividades não podem parar devido ao grande número de ocorrências registradas no dia a dia. Eles acreditam que se as carceragens fecharem suas portas o acúmulo de serviço vai dificultar ainda mais o funcionamento.

sábado, 10 de outubro de 2009

NOVA GREVE NA PMRN

ESTAVA PINTANDO UMA GREVE – PRIMEIRAMENTE FAMILIARES DE POLICIAIS MILITARES FORAM ÀS RUAS PROTESTAR.
No final do mês de outubro de 1992 a situação dos policiais militares do Estado do Rio grande do Norte era de total aflição, a defasagem nos vencimentos chagavam a casa de 470 por cento e os familiares dos policiais militares estavam passando fome, e os PM’S não tinha, como ainda não, o direito de fazer greve, daí os familiares deles, principalmente, as esposas, foram as ruas de Natal para denunciar a péssima situação, de miséria em que se encontrava a corporação em função de baixos vencimentos pagos pelo Governo do Estado. A concentração ocorreu em frente ao Palácio Potengi, as mulheres e os filhos dos policiais militares (SUBTENENTES, SARGENTOS, CABOS E SOLDADOS), formaram e promoveram um “panelaço”, mostrando ao Governador panelas vazias e a indignação da situação vexatória e a humilhação da PMRN.
A situação dos familiares dos policiais era de tentar sensibilizar o governo para que o mesmo ficasse atento a uma proposta da equiparação das gratificações dos oficiais para os praças nos cursos de aperfeiçoamento de sargentos-CAS, cujo porcentual é de 30 por cento e a proposta dos PM’s era que os 30% fosse elevado para 80 por cento; como também os policiais queriam que o Governo elevasse para 60%, as gratificações dos cursos de CFC-Curso de formação de cabos e formação de soldados-CFSd que é de 20,15 e 10% respectivamente;na mesma reivindicação também era citada do aumento do porcentual do auxílio de moradia para todo o pessoal da corporação dos 10% para 30%. A a presidente da AEP-RN-Associação de Esposas dos Praças do Rio Grande do Norte, a senhora Gizelda Teodolino dos Santos logo depois do panelaço fez entrega de um ofício ao presidente do Tribunal de Justiça, Dr. Deudeth Maia. Pedindo urgência de um mandado de segurança contra o governo do estado, engavetado há mais de sete anos, enquanto o Tribunal tinha somente quinze dias para deferir ou indeferir o citado documento, mas como a Justiça do homem é falha e só tem moral para resolver problemas de pessoas pobres, era de se esperar que o mandato impetrado pelos policiais militares fosse realmente engavetado para sempre (como realmente aconteceu.Alias, engavetado, e talvez, queimado, tendo em vista, que, depois de quase 20 anos, esse documento nunca foi julgado).
PRIMEIRO DIA DE GREVE
No dia 10 de desembro de 1992, estoura a segunda greve na história da PMRN. No primeiro dia da referida greve, cerca de 20% do efetivo da PM da capital atenderam a convocação do comando do movimento reivindicatório. Eles compareceram aos quartéis da capital ficando aquartelado, aguardando uma resposta positiva e formal do Governo do Estado, no que dizia respeito a conceder um aumento de 100%, logo no mês de dezembro, em cima dos soldos. O Governo através de sua equipe econômica afirmava que só daria o aumento no mês de janeiro de 1993, já que na época a política salarial do governo federal ocorria de quatro em quatro meses, mas com a situação dos polciiais, principalmente, os menos graduados era de total desespero e de aflição, os mesmos reivindicavam um reajuste de 100% logo em dezembro.
Os Policiais tentaram mobilizar as Companhias da Capital, aproveitando o momento da formatura geral que na época ocorria sempre as sexta-feiras, porém, o comando geral, através do Coronel PM Luis Pereira, notando a possível mobilização dos grevistas suspendeu a formatura, alegando ele que o motivo seria devido o carnatal.
CLIMA FICOU TENSO NO QCG
O clima ficou tenso no QCG na manhã do dia 12 de dezembro de 1992, os policiais (praças), compareceram ao Quartel para responderem o expediente, entraram em forma, mas não não saíram às ruas da capital para exercer a sua função constitucional, que é o policiamento ostensivo, cerca de 150 homens se reuniram em um canto do QCG e mantiveram-se aquartelamento.
Uma viatura e um caminhão da PM foram impedidos de sair do QCG, um grupo de praças revoltados, exigia naquele dia uma audiência com o Coronel Luis Pereira, comandante geral da PMRN, reunião essa que não aconteceu, devido a recusa do comando, o qual estava ao lado do governo e totalmente contra os grevistas
Os grevistas policiais militares queriam que todos os companheiros fossem para casa e assumissem a posição de greve, mas apenas cerca de 30 por cento de todo efetivo aderiram ao movimento grevista.
No primeiro dia de aquartelamento, o policiamento ostensivo bancário da CAPITAL NÃO FUNCIOBOU, COMPROMETENDO A SEGURANÇA DA POPULAÇÃO, PRINCIPALMENTE, PORQUE NO PERÍODO DA GREVE ESTA SE REALIZANDO EM Natal, ao primeiro Carnatal, uma das maiores festa do Estado, festa esta, que é uma espécie fr prévia carnavalesca – CARNAVAL FORA DE ÉPOCA.
COMANDANTE GERAL ESTAVA NERVOSO
O Coronel PM Luiz Pereira, que na época era o comandante geral da PM, no primeiro dia de greve estava bastante nervoso, mas tentava disfarçar do nervosismo a tentava aparentar tranqulilidade, o mesmo em entrevista a imprensa da Capital afirmou de público que não reconhecia nenhum movimento de aquartelamento por parte dos policiais militares, exceto os oficiais, no Quartel do Comando Geral. O comandante para fazer média perante o governo do ESTADO, afirmava que não estava ocorrendo nenhum movimento de aquartelamento, talvéz pensando que poderia “tampar o sol com uma peneira”, porque somente ele não estava enxergando cerca de 150 policiais que estavam a poucos metros da janela de sua sala, todos revoltados, reclamando da situação de miséria que a corporação estava atravessando, enquanto, a situação naquele dia estava “insustentável”, o comando afirmava categoricamente que de tranqüilidade, com isso o comando na época pedia totalmente o comando da tropa. Se não fosse a interferência de alguns oficiais superiores terem tomados a frente do comando, demonstrando assim total falta de preparo técnico e profissional tomaram de conta da situação contra os grevistas, como foi o caso do Coronel Hugo da Costa, que juntamente com um sargento e quatro soldados efetuaram a prisão do soldado LUIZ GONZAGA, prenderam e torturam o referido soldado dentro de uma “cela”, do QCG, tendo o Coronel acima citado com o devido aval do comando geral instaurado IPM contra o soldado LUIZ GONZAGA, tendo sido forjado um flagrante contra a dita praça
As opiniões do referido coronel torturador, não foram às mesmas do Capitão JOSÉ WALTERLER DOS SANTOS SILVA, este apoiou e ficou ao lado dos grevistas, inclusive deu uma entrevista a TV Potengi, no programa “VOZ DO POVO”, tomando parte no movimento reivindicatório de melhores salários, o referido capitão, hoje coronel da reserva, devido a isso, foi punido com 15 dias de prisão no ESTADOR-MAIOR DA PM
2º DIA
No segundo dia de greve da PM mais de 300 policiais militares tomaram às ruas do bairro do Alecrim, em Natal, numa passeata de protestos da categoria contra os baixos salários. Os grevistas gritavam palavras de ordem, como “EU NÃO VOU PARA O QUARTEL”, e com os rostos pintados de tinta vermelha e preta, lembrando o estilo anti-collor. Osa grevistas foram ao Palácio Potengi, na Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, reivindicar melhores salários junto ao Poder Executivo Estadual
APOIO DA POPULAÇÃO
Durante o trajeto da passeata, os grevistas receberam total apoio da população natalense, que aplaudiram o protesto. De cima de alguns edifícios foi jogados papel picado.
GREVISTAS FIZERAM ARRASTÃO NAS OPM’S DA CAPITAL
O ST PM JÚLIO RIBEIRO DA ROCHA, que na época exercia o cargo de presidente da AAS, um dos autores e líderes do movimento previsto deseja e pedia aos policiais que fossem trabalhar na festa do Carnatal e retornassem os protestos logo após o término da referida festa, mas a situação estava a um ponto que não tinha controle, os praças fizeram uma espécie de arrastão nas Companhias da Capital, tentando a adesão de mais policiais ao movimento. Na Companhia de Trânsito (CPTRAN) houve um princípio de confusão, alguns policiais que estava escalado para o serviço de policiamento ostensivo bancário abandonaram suas funções para se incorporarem ao protesto.
GREVISTA FOARAM VIOLENTOS
Em alguns momentos, os manifestantes chegaram a ser violentos, como ocorreu no Alecrim, os grevistas fizeram, policiais, que estavam em uma viatura de participarem do movimento, porém, comedo da represálias, não aceitaram participarem, foram obrigados a entrarem para a passeta.
Grevistas de rostos pintados
Os grevistas na passeata gritavam – “VEJA SÓ GOVERNADOR, OLHA O QUE SOBROU”, mostrando notas de 200 cruzeiros e “O GOVERNADOR SÓ TEM NOME”, soldado passa fome. Os grevistas mostravam o último contra-cheque, enquanto, outros simulavam desmaios, enquanto, outros participaram da passeata com os rostos pintados. Eles diziam que a cor vermelha representava o sangue que já derramaram na PM EA COR PRETA, REPRESENTAVA O LUTO QUE IMPUSERAM DEPOIS DO “DESCASO DO GOVERNO DO ESTADO”.
Desculpas dos grevistas à sociedade
O carro de som da passeata pedia desculpas à população de Natal pelos protestos e acusava o governo como responsável; como também, o serviço de som da passeata solicitava dos policiais de serviço para não assumirem seus postos
COMANDANTE PUNIU OS GREVISTAS COM RIGOR
O comandante geral da PM, Coronel LUIZ PEREIRA, tomou as devidas medias cabíveis para acabar com o movimento dos policiais, fazendo publicar na imprensa do Estado, de uma nota oficial, a qual convocava todos os policiais militares a compareceram, de imediato, às unidades e anunciava que o não atendimento a determinação implicava em crime de insubordinação, a mesma nota dizia os faltosos seria punidos com todo rigor nos termos da Lei, na mencionada nota dizia que o movimento paredista na PM constituía num flagrante desrespeito às Constituições: FEDERAL e ESTADUAL

OS PREJUÍZOS EM PROL DOS INTEGRANTS DA 2ª GREVE
Ao prejuízos em prol dos integrantes do movimento paredista da PM foram muitos grande, os benefícios em prol dos mesmos ficaram somente em promessas, como promessa nçao enche barriga de ninguém. Os grevistas não conseguiram muita coisa boa, e sim, mais de 300 policiais militares foram punidos com prisões de 18 a 30 dias. A seguir vamos descrever os nomes de alguns dos praças, que sofreran punições por participar do movimento reivindicatório por melhores salários. Não foi possível citar os nomes de todos eles por motivo que foram muitos, mas vamos mencionar alguns deles:
ST PMRR – JÚLIO RIBEIRO DA SILVA
ST PM RR – ALCIDES PINHEIRO RODRIGUES
STPM RR – JOSÉ MATIAS DO NASCIMENTO
1º SGT PM – MANUEL TRAJANO SOARES
2º SGT PM - GILVAN CLEMENTE NOBRE
2º SGT PM - JOÃO MARIA BQATISTA FONSECA NETO
3º SGT PM - HUNBNR PACHECO DE MEDEIROS
3º SGT PM - ALEKANISTA MOREIRA
CABO PM - RAIMUNDO SOBRINHO DE MEDEIROS
CABO PM - RAIMUNDO DIAS
CABO PM - GEOVANE LUIZ DA SILVA
CABO PM - JOSÉ ROBSON MEDEIROS DA ROCHA
CABO PM - GILBERTO HENRIQUE DOS SANTOS
CABO PM - MÁRIO ROMÃO DA SILVA
CABO PM - LENIVALDO FERNANDES DA SILVA
CABO PM - CLIDENOR DA SILVA BERTULEZA
CABO PM - ANTONIO FRANCISCO BORGES
CABO PM – JOSERELSON RODRIGUES DE AZEVEDO
SD PM - LINDON JONHON SOARES DANTAS
SD PM – ARGENILSON FÁBIO MOREIRA DA SILVA
SD PM - JOÃO MARIA BATISTA FONSECA NETO
SD PM - JAUMAR CLAUDINO DE ALMEIDA
SD PM - DEMÉTRIO REBOUÇAS TORRES
SD PM - CECILIO CORREIA FILHO
SD PM - CRISTIANO SILVA MIRANDA
SD PM - EDVALDO MARIANO DO NASCIMENTO
SD PM - LUIZ GONZAGA
SD PM - NELSON SILVA DE LIMA
SD PM - NEURO PEREIRA DE ASSIS
SD PM - JOSÉ BARBOSA DA SILVA
SD PM - ALCINILDO DE GÓS RAY
SD PM - MARCELO DE GÓIS
SD PM - REGINALDO CERQUEIRA DA COSTA
SD PM - REGINALDO DE ASSIS DOS SANTOS
SD PM - MARIA DE FÁTIMA GOMES DE SOUZA

GREVE BRANCA DA PM


POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE FAZ GREVE BRANCA. POLICIAIS MILITARES (PRAÇAS E OFICIAIS) COMPARECERAM AOS QUARTEIS, MAIS NÃO SAIU ÀS RUAS PARA GARANTIR SEGURANÇA AO CIDADÃO POTIGUAR, AO FINAL DA GREVE, UM CORONEL PM SOFREU PINIÇÃO DE PRISÃO DOMICILIAR.
No dia 3 de maio de 1992, policiais militares da PMRN, praças e oficiais, da Capital, dicidiram fazer uyma greve branca, comparecendo ao quarteis, mais não saindo às ruas para proceder ao policiamento ostensivo e garantir a segurança da sociedade dos natalenses, com intuito de pressionar o governador José Agripino. A greve branca da PM teve como comandante o Coronel PM Cícero Mendonça, presidente do Clube de Oficiais da Polícia militar, no final das contas, sofreu cinco dias de prisão domiciliar. A PUNIÇÃO DO Coronel Mendonça foi assassinada pelo governo do estado num ato raro, haja vista, que foi a primeira vez em toda a história da corporação que um oficial superior de último posto sofrer uma punição assinada pelo chefe do Poder executivo. Medidas desse tipo geralmente são tomadas pelo comandante geral. Segundo descrevia a punição assinada o Coronel mendonça havia ferido a ética daa PM RN, por ter reivindicado melhoria salarial através da imprensa. Se o coronel !feriu” a ética Policial Militar, o governo descumpriu a nossa lei maior, que é a nossa Constituição Estadual, a qual reza que o soldo base de um aluno-soldado nunca deve ser infeior ao salário mínimo vigente no país, e o Governador não vinha cumprimento com a Carta Magna. Se ambos erraram, bastavam tão somente um acordo, só que o governo nem sequer quis receber uma equipe de oficiais da PM no Palácio Potengi. Daí, o Coronel Mendonça não poupou críticas ao governador por causa da defasagem salarial que na época atingia a casa de 470 por cento; com vingança o governo e o comando geral resolveram pinir o nosso saudoso e bravo Coronel Mendonça, com prisão domiciliar. Digo o governo e o comando, pelos seguintes motivos: “o governo que sofreras críticas de um oficial superior por não concedr um reajuste digno a tropa e o comando, pela situação “caótica” que na época travessaca a nossa querida e amada corporal, da qual faço parte, na condição de subtenente da reserva remunerada

A POLÍCIA MILITAR DO ESTADO FEZ A SEGUNDA GREVE NA HISTÓRIA DA CORPORAÇÃO REIVINDICANDO MELHORES SALÁRIOS. O GOVERNO DO ESTADO PRESSIONADO CONCEDEU UM AUMENTO DE 179,5 POR CENTO, PORÉM, NÃO FOI SUCIENTE PARA ACABAR COM A GRANDE DESASAGEM DE 470 POR CENTO NOS VENCIMENTOS DOS POLICIAIS MILITARES DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE. DEFASAGEM ESTA ORIUNDA DE UMA POLÍTICA DE BAIXOS REAJUSTES. OS PREJUIZOS EM PROL DOS GREVISTAS FORAM ALTÍSSIMOS, O CAPITÃO WALTER DOS SANTOS FOI PUNIDO COM QUINZE DIAS DE PRISÃO. SOMENTE POR ESTAR DANDO APOIO AOS GREVISTAS. ALGUNS POLICIAIS MILITARES FORAM INDICIADOS EM INQUÉRITO POLICIAL MILITAR. MAIS DE TREZENTOS POLICIAIS MILITARES SOFRERAM PUNIÇÕES COM PRISÃO DE QUINZE A TRINTA DIAS. O SOLDADO “LUIZ GONZAGA” FOI PRESO INCOMUNICAVELMENTE, TORTURADO, PROCESSADO E EXCLUÍDO DAS FILEIRAS DA PM. O CORONEL HUGO DA COSTA, JUNTAMENTE COM UM SARGENTO PRENDEU E TORTORARAM O REFERIDO SOLDADO. LUIZ GONZAGA SE TORNOU UM NOVO “HERÓI-MÁRTIR” ATRAVÉS DA MÍDIA NORTE-RIO-GRANDENSE. O SUBTENENTE JÚLIO ROCHA DA RESERVA REMUNERADA PERDEU A SUA PRÓPRIA RESERVA. OS GREVISTAS DURANTE A PARALIZAÇÃO QUEIMARAM SERVIÇO E TENTARAM QUE OS NÃO GREVISTAS FOSSEM CUMPRIR A ESCALA DE SERVIÇO. OS GREVISTAS DA CAPITAL E DE MOSSORÓ DURANTE OS DIAS DE GREVE FIZERAM UMA GRANDE MOVIMENTAÇÃO NAS RUAS, COLOCANDO CARTAZES NAS EM DIVEROS PONTOS DESSES CENTROS URBANOS. REALIZOU PASSEATAS FARDADOS, COMO TAMBÉM DE CONCENTRAÇÕES PÚBLICAS E DISCUSSARAM EM PRAÇA PÚBLICA. UM DOS POLICIAIS MILITARES ORADORES NA CIDADE DE MOSSORÓ CHEGOU A DIZER QUE O GOVERNO DO ESTADO NÃO TOMASSE AS DEVIDAS PROVIDÊNCIAS NO QUE DIZ RESPEITO A CONCEDER AUMENTO, IRIA SAIR MATANDO, FURTANDO E ROUBANDO, POIS NÃO IRIA PASSAR FOME, NEM DEIXAR SUA FAMÍLIA MORRER DE FOME. A FÚRIA POLICIAL MILITAR FOI MAIS ALÉM, ALGUNS DELES PINTARAM SUAS CARAS COM TINTA PRETA EM DEVIDO PROTESTO CONTRA A MAL POLÍTICA SALARIAL E DOS DESCASOS DO GOVERNO DO ESTADO COM OS POLICIAIS MILITARES. O COMANDO GERAL DA PMRN TACHANDO OS INTEGRANTES DO MOVIMENTO COMO UM FLAGRANTE DESRESPEITO ÀS CONSTITUIÇÕES ESTADUAL E FEDERAL, ASSIM VERIFICANDO QUE NAQUELA ÉPOCA, E POUCO MUDOU, AINDA ESTAVA VIVENDO EM PLENA DITADURA MILITAR EM PLENO SÉCULO XX. A SEGUIR VAMOS DESCREVER UM POUCO DA HISTÓRIA DA SEGUNDA GUERRA DA PMRN, PARA QUE ATUAIS E FUTUROS POLICIAIS SAIABAM COMO OCORREU O FATO.


sábado, 5 de setembro de 2009

GREVE DA CSN EM 1988 MOMENTO IMPORTANTE DA LUTA DE CLASSE

FONTE: SITE DO PSTU

Em 1988, os operários da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda (que naquela época ainda não havia sido privatizada) realizaram uma greve com ocupação na empresa, que teve grande repercursão internacional, e foi um momento de dimensões históricas na luta de classes no Brasil.

A repressão foi muito dura, e o governo de José Sarney autorizou o Exército a invadir a empresa. No dia 9 de novembro, três operários foram mortos: Augusto Barroso, de 19 anos; Walmir Freitas Monteiro, 27 anos; e William Fernandes Leite, 22 anos.

A banda de rock Garotos Podres, em homenagem aos três companheiros caídos, criou a belíssima música "Aos Fuzilados da CSN", cuja letra é a seguinte:
"Aos que habitam, cortiços e favelas
e mesmo que acordados, pelas sirenes das fábricas
não deixam de sonhar, de ter esperanças
pois o futuro vos pertence...

Pois o futuro vos pertence! (coro)
Pois o futuro vos pertence! (coro)

Aos que carregam rosas, sem temer machucar as mãos
Pois seu sangue não é azul, nem verde do Dólar
mas vermelho, da fúria amordaçada, de um grito de liberdade
preso na garganta!

Fuzilados da CSN, assassinados no campo
torturados no DEOPS, espancados na greve
A cada passo desta marcha
Camponeses e operários, tombam homens fuzilados
Mas por mais rosas que os poderosos matem
nunca conseguirão deter a Primavera!

Pois o futuro vos pertence! (coro)
Pois o futuro vos pertence! (coro)"

sexta-feira, 12 de junho de 2009

PRIMEIRA GREVE DA PM RN

A primeira greve por melhoria de vencimentos ocorrida na Polícia Militar do Rio Grande do Norte, teve início no dia 23 de abril de 1963, na gestão do saudoso Aluízio Alves (11/8/121 – 06/5/2005), que apesar de ter sido um administrador de grandes realizações, porém, no âmbito da Polícia Militar, foi péssimo. Naquela época os policiais militares do estado estava vivendo uma triste situação, ganhavam um soldo miserável, que não dava para sobreviver e seus familiares passavam necessidade; não recebia fardamento, segundo os policiais militares ba época, eles andavam com o fardamento com costura, ou seja, costurava a farda para não andar rasgado; não tinha armamento. Era uma situação de calamidade pública. Para que os policiais pudessem ter uma melhoria nos vencimentos, fardamento e armamento entraram numa luta em prol de melhoria de vencimento e promoveram um movimento grevista. Como o Governador fora pressionado através da greve, esse para se vingar, de imediatamente comunicou uma notícia inverídica ao Exército Brasileiro, alegando o chefe do Poder Executivo que estava sendo ameaçado de morte por parte da Polícia Militar. Ao receber a informação do governador, o EXÉRCITO de imediato enviou a Natal um grande exército para reprimir os policiais militares e a ordem do Comandante que veio a Capital do Estado era para prender todo o efetivo da PMRN, e de repente o General Comandante da operação adentrou no Quartel da Polícia Militar e deu voz de prisão aos policiais militares e todos sem nenhuma reação se renderam, aí o general determinou a proceder uma severa investigação em todas as repartições do Quartel do Comando Geral, na Rua Rodrigues Alves, no bairro do Tirol, indo primeiramente no material bélico, ao chegar nesse órgão aquele general ficou totalmente surpreso ao ver todo armamento pertencente a PMRN estava totalmente descarregado, com isso ficou provado que o Governo não tinha falado a verdade, ou seja, havia mentido ao dizer que estava sendo recebendo ameaça de morte, dessa maneira o general comprovou que a PM não estava querendo matar o governador. Foi aí que um soldado tomou posição de sentido e pediu permissão ao general, sendo prontamente atendido. O comandante da operação mandou que o policial dissesse o que estava querendo dizer: “General, aqui ninguém quer matar o governador. O que está acontecendo na Polícia Militar do Rio Grande do Norte é uma grande fome e péssimas condições de trabalho. O comandante comprovou a veracidade, de imediatamente comunicou o fato ao Comando do Exército na capital Federal e ao presidente da República.

Segundo informações de alguns policiais da época. O Governo Federal obrigou ao governo estadual a conceder um reajuste de 100 por cento aos policiais militares.

O Exército Brasileiro naquele ano enviou a Natal vários caminhões carregados de mercadoria para ser fornecido aos policiais militares, segundo a mesma fonte os policiais e seus familiares saiam do Quartel montão de feira.

Naquela época foi dado a todos os policiais militares três dias de folga para que os mesmos pudessem matar a fome juntamente com seus familiares em suas residências

Na realidade temos poucas informações a respeito da primeira grave da PMRN, mas conseguimos algumas informações que devido a greve ocorreu muitas prisões de policiais militares, sendo soldado, cabos, sargentos, subtenentes e oficiais. Foram 11 sargentos e subtenentes. Não temos as identificações dos mesmos, apenas sabemos que o terceiro sargento PM JÚLIO RIBEIRO DA SILVA, hoje, subtenente da reserva remunerada sofreu 19 dias de prisão pelo motivo de ter sido um dos principais no movimento grevista, porém, sem jamais pensar em cometer delito, e principalmente contra o Governador do Estado. Que além dos praças presos, vários oficiais também sofreram punições, ter participado no movimento reivindicatório por melhores salários na PM realizado no mês de abril de 1963. Não temos os nomes de todos os oficiais que sofreram punições, mas temos os nomes de quatro, sendo eles:

1 – MAJOR PM ANTONIO OLEGÁRIO DOS SANTOS

1 – CAPITÃO PM GENIVAL OTAVIANO DOS SANTOS

2 – CAPETÃO CAPELÃO PM MANOEL BARBOSA DE VASCONCELOS FILHO

4 – ASPIRANTE-A-OFICIAL CÍCERO FIGUEIREDO DE MENDONÇA

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Quem sou eu

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Jose Maria das Chagas, nasci no sítio Picada I. em Mossoró-RN,filho do assuense MANUEL FRANCISCO DAS CHAGAS e da mossoroense LUZIA FRANCISCA DA CONCEIÇÃO, com 14 irmãos. Ingressei nas fileiras da gloriosa e amada Polícia Militar do Rio Grande do Norte no dia II-VII-MCMLXXX com o número 80412. Casei-me em XV-IX- MCMLXXXIII com a apodiense MARIA ELIETE BEZERRA (XXIII-VIII-MCMLXIII), pai de 5 filhos: PATRÍCIA ( NASCIDA A XVII - VIII - MCMLXXXIII FALECIDA EM VIII - XI - MCMLXXXV), JOTAEMESHON WHAKYSHON (I - X - MCMLXXXVI), JACKSHON (FALECIDO) E MARÍLIA JULLYETTH (XXIX - XI - MCMXC).Atualmente convivo com outra apodiense KELLY CRISTINA TORRES (XXVIII-X - MCMLXXVI), pai de JOTA JÚNIOR (XIV - VII - IMM). JÁ PUBLIQUEI TRÊS TRABALHOS: CHIQUINHO GERMANO -A ÚLTIMA LIDERANÇA DOS ANOS 60 DO SERTÃO POTIGUAR, COMARCA DE APODI EM REVISTA e A HISTÓRIA DA COMPANHIA DE POLÍCIA MILITAR DE APODI

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